VIADUTO DO CHÁ

 

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40 anos, 40 encontros

Performance

Viaduto do Chá, São Paulo, Brasil, 2016

convidados / tea ceremony guests:

Gilka Verana, André Capuano, Regiane Ishii, Luiz Kobayashi, Thompson Loiola, Adriana Marmo e Brian

fotos / pictures: Caio Loureiro

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ESTA NÃO SOU EU

SF12

SF13

Olhar InComum-1787

 

SF23

 

Esta não sou eu, da série “Das coisas que ficam em caixas” 

Performance e instalação

Exposição coletiva Olhar InComum: Japão revisitado

Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2016

convidado / tea ceremony guest: Marcelo Tokai (ceramista)

fotos / pictures: Simonia Fukue e Tatewaki Nio

vídeo / video: Lidia Ueta

clique para ver o VÍDEO da performance

convite de abertura da exposição Olhar InComum

para saber mais sobre a exposição

matéria sobre a exposição no Jornal da USP

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Dias lindos em Curitiba. Ontem, no Museu Oscar Niemeyer, meu trabalho foi pregar guardanapos datilografados com textos de uma história minha no ‘tokonoma’ – o altar em que ficam objetos que traduzem o sentimento que uma cerimônia do chá quer contar. Fiz uma espécie de ikebana usando linha de costura, agulhas e galhos secos.

Tudo no tempo de a coisa acontecer.

Percorri a rampa que sai do ‘olho’ em passos lentos e isso trouxe não apenas todo o ruído urbano, com todos os detalhes poéticos e prosaicos: o pipoqueiro, o cachorro a correr, uma família inteira com bebê e um homem a chorar, as marcas do tempo, do sol, do calor, do vento no chão, as revelações de paisagem que só Niemeyer podia prever, andar pelo espaço e desvendá-lo em uma pequena curva ou mudança de direção.

Encontrar o que existe de humano no grandioso ou pelo grandioso.

Dessas rampas a gente pode ser onipresente, mas isso só faz sentido se a gente sente a nossa pequeneza em um ponto bem pequeno de um lugar dentro da gente que conecta coração, olhar, sentidos, sentimentos. Só faz sentido estar lá no topo porque é a origem de um caminho que leva a gente para se aproximar do real e do humano, um tapete no parque com as amigas e crianças brincando… Como pequenos gestos e grandes abraços com os amigos com que tenho compartilhado trabalho, processos artísticos, risadas e vida.

RESIDÊNCIA CENTA

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pedras (fotos: Florencia Carrizo)

“Há sempre um lugar onde o corpo cabe, se encontra, se enxerga, se esgota.

Há um perto… e um longe.

É tudo o mesmo lugar?

Que lugar é esse não-lugar?”

galhos (para ‘decopulagem’, de Aline Bernardi)

 

Residência artística no CENTA

(Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas)

Tapada da Tojeira, Vila Velha do Ródão, Portugal, 2015